Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
Post Scriptum

 



publicado por rpOliveira às 23:13
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
RE: Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar


 

 

“Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar…”

 

E quando deixar de haver estrada para andar, a gente constrói-a!

 

 

 

 

 

 



publicado por rpOliveira às 17:04
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RE: Travel Quiz 14

Évora, Portugal



publicado por rpOliveira às 15:28
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RE: It's the final countdown: ALMOÇO TRAINEANO

Olá!

 

Não vou poder ir. Um técnico do terreno acabou de dar cabo de uma central e ao fazer reset, fez noutra e deu cabo de outra. Já viram a minha sorte? Agora tenho dois discos para recuperar e uma marcação por causa do contrato de uma casa para as duas. Só me saem duques.


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publicado por rpOliveira às 12:08
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
IPMT - É agora ou nunca!

Malta,

 

Temos que ver se conseguimos tudo o que falta até acabar o ano Trainee, até porque depois já não será tão fácil chatear os RH.

 

As apresentações do jogo do último jantar estão aqui:

 

\\ET716763.ptc.corppt.com\rpOliveira - Espionagem industrial\_Um ano de traineezada_\2007.08.28 - Jantar na Tapadinha\Falas e pensamentos

 

E o que é que falta?

 

1)       Vídeo do Outdoor final (é essencial consegui-lo). O gajo que me disse que fazia isso está em LA. Já viram a indicação do meu nome relacionado com esse vídeo algures num estúdio por aí. Peço novamente ao António e Belmiro que lá vão e tentem perceber se alguém pode tratar daquilo.

2)       Fotos Psycnet. Têm imensas fotos que tiraram, nomeadamente as fotos que tiramos com as máquinas deles no Outdoor final, em cada ponto do percurso (são muitas). A Sara já tem as fotos que nós tiramos nos momentos com eles para lhes dar. Falta entregar-lhes isso e receber as dele. Acho que seria através dos RH. Convinha ser até sexta. Convinha chatear os RH. Convinha falar directamente com eles, se não der. Convinha arranjar um número. Convinha…

3)       As histórias. Eles ficaram com as nossas histórias. Iam fazer um livro? Não sei. Convinha pedir isso quando se tratar das fotos.

 

Vamos tratar disto?



publicado por rpOliveira às 17:27
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RE: Ano Trainee - o epílogo

Muito obrigado a todos pelos cumprimentos e felicitações! Fico feliz e agradeço todas as referências elogiosas. Falta-me acrescentar que se consigo comportar-me de certo modo e ver o mundo sob uma certa perspectiva é porque tenho a minha namorada que me corrige, critica, apoia e atura, ajudando-me a tomar a decisão certa.

 

Bjs e abs,


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publicado por rpOliveira às 17:10
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RE: Ano Trainee - o epílogo

Tu mandas boatos porque não sabias! Agora que tens qualquer coisa que até arrepia, não há dúvida! Quando abri um mail que dizia em letras garrafais que o Ricardo vai casar, até esfreguei os olhos.



publicado por rpOliveira às 15:32
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Ano Trainee - o epílogo

Este mail veicula apenas a minha opinião (como sempre), mas reforço isto pois penso que poderá haver divergências de visão em relação a algumas coisas que aqui expresso.

 

É algo que tenho de escrever, que sinto que tenho de escrever, que se me confronta a obrigatoriedade da sua escrita mas que, ao contrário de todos os outros, está a ser difícil ser começado. Costumo escrever muito rápido e assim que me lembro, só parando quando termino, seja dois parágrafos à frente ou três páginas depois. Este está há uma hora para ser começado. Não é por ser difícil; é por ser complexo; tanta coisa que quero escrever; tanta informação; não estou a conseguir estruturá-lo. Vamos lá tentar.

 

Em primeiro lugar, Parabéns a todos!


   

 

Finalmente posso dizer isto convictamente, sem incertezas.

 

(e agora recomeço a escrita deste mail, já hoje de manhã. Queria tê-lo enviado ontem, logo depois de ter assinado contrato. Não consegui.)

 

Foi proposto um contrato aos 40 pelo que, se assim desejarem, podem ficar todos. E isto é extraordinário. Quem não vê isto, não vê mais nada. Quem pensou que isto fosse possível durante o ano? Às vezes as ideias mudam e tomamo-las logo como garantidas não percebendo o que fez com que isso acontecesse. Andámos quase todo o ano sabendo que no final iriam sair pessoas, provavelmente 8. A ideia de que poderíamos ficar todos é muito recente… e é extraordinário. Não fosse não se andar preocupado com a indefinição da situação traineeana e tinham dado mais relevância a isso. Porque é que ficamos todos? É normal? Qual a motivação da empresa para o fazer? Seremos todos extraordinários?

 

A resposta está no grupo. O grupo é constituído por pessoas, todas diferentes, uns com mais qualidades numas coisas, outros noutras, uns melhores, outros piores, uns assim, outros assado,… Em termos de conjunto de individualidades, será um grupo como todos os outros. Há tanta diversidade que uns puxam para um lado, outros para o outro. Chega-se ao fim, avalia-se tudo, ficam uns, saem outros. Porque é que foi diferente?

 

A resposta está no grupo. Acho que a PT nunca teve um grupo como este. Um grupo que funciona como grupo. Um grupo que deu uma imagem de forte união aos RH. Um grupo que era visto de fora como funcionando muito bem. Um grupo que era visto de fora como um verdadeiro grupo porque as pessoas eram amigas, relacionavam-se muito para além do trabalho, faziam equipas, ajudavam-se, colocavam muitas vezes os seus interesses e os seus problemas de lado para ajudar os outros, para estar com os outros, para potenciar o grupo. Porque cultivavam os momentos, registando-os, brincando com eles, criando material audiovisual, potenciando emoções, registando, vivendo. Isto aconteceu muitas vezes, melhor ou pior, mas de uma forma que nunca deve ter acontecido nem irá acontecer. E isso foi percebido, visualizado e avaliado. Na hora de decidir, ficamos todos, porque o grupo foi bom. Os mais fraquinhos que sairiam se tivessem de sair 8 (não faço ideia quem sejam) têm de agradecer ao grupo o facto de terem ficado. Ficaram por causa do grupo – esta é a minha muito pessoal interpretação.

 

Bastava que saísse alguém que não quisesse sair que o grupo já não ficaria o mesmo. Eu ia tendo umas ideias de coisas para fazer sobre o ano Trainee (como a Banda Sonora, por exemplo) e a minha preocupação era conseguir fazer isso antes de ser anunciado que alguém saía porque a partir daí o espírito não seria o mesmo. Ficou o grupo porque funcionou (e consegue ajudar e suprir as limitações de cada um) e porque, depois das provas de força e união que superou (momentos como o do Outdoor final), era muito complicado mandar alguém embora. Isto aconteceu. Ficamos todos. Viva o grupo!

 

Mas o que é o grupo? Quem é o grupo? Porque funciona o grupo? O grupo seria igual a tantos outros (um conjunto de pessoas que é o que é, no fundo) se não aparecessem aqui várias pessoas com características especiais para terem feito com que isto funcionasse. A organizar cenas, a escrever cenas, a provocar cenas, a brincar com cenas, a trabalhar em cenas, a puxar por cenas, a chatear-se com cenas… O grupo funcionou porque algumas características em várias pessoas se complementaram e não permitiram que isto fosse um normal conjunto de pessoas unidos por uma conjuntura profissional em contexto de trabalho. Todos somos o grupo mas este existiu devido a essas pessoas, para ser o que foi.

 

E aqui existiram sempre atitudes diferentes ou híbridas. Há quem se tenha envolvido, exposto, sacrificado, chateado, mas vivido e há quem tenha optado por uma posição mais reservada. Tudo opções legítimas, como sempre. Nada censurável. Mas, pela minha visão, a única maneira de se estar aqui, na vida, em todo o lado (e é apenas a minha visão) é envolvendo-se e puxando pelos outros. Sou muito melhor com outros do que sozinho. Trabalhando para o grupo estou a trabalhar para mim e a criar mais oportunidades para mim. Parece contraditório mas é, sem dúvida, assim. É também uma questão de sinceridade e de consistência. Havendo um grupo, tenho de me envolver porque a posição hábil, a posição táctica, a posição calculada não me pode ser confortável. Porquê? Porque se eu não me envolvo, tudo o que grupo conseguir vem também para mim. Eu pertenço a ele (oficialmente) e tudo o que ele conseguir é também benéfico para mim. Se o grupo se estampar e fizer asneira, eu, que não me envolvi, fico salvaguardado. É uma posição assimétrica e injusta. Desse modo, a única maneira de estar, na minha visão, seria envolver-se, com todo o sacrifício de tempo e pessoal que muitas vezes isso acarretou, pois seria sempre a única maneira de estar que me deixaria tranquilo. É como vejo. Outros verão de forma diferente. Tudo tolerável e sem problemas.

 

Ficamos todos. Deveu-se ao grupo. Vejo isto desde o dia 1 de Setembro de 2006. Não sabia como ia correr o estágio. Não sabia o que me ia acontecer no final do ano de estágio. Sabia que a melhor forma de trabalhar, de crescer e de aumentar as probabilidades do meu sucesso era fazer o que fiz. Não me arrependi. Sinto que tive razão. E muitas vezes com sacrifício. Já vivi grupos mais intensos. Seis anos numa equipa de voleibol em alta competição (muito intenso quando se luta pelo campeonato nacional), entrada na faculdade e o fabuloso primeiro ano, grupo de amigos local,… Tenho a minha vida pessoal fortemente desenvolvida e falarei dela um pouco mais abaixo. O dia tem 24 horas. Independentemente de tudo isso, tinha que dar o máximo aqui, para o grupo, mesmo que às vezes não me apetecesse, mesmo que às vezes soubesse que me ia chatear. Não consigo ter outra forma de estar. Tenho gostado de como me têm corrido as coisas e o que tenho lido sobre estes assuntos tem-me feito gostar cada vez mais das estratégias que tenho adoptado para viver, as que me são naturais. E apetece-me reforçá-lo!

 

E gosto muito da minha individualidade e sinto-me muito capaz e auto-suficiente em quase tudo. E, exactamente por isso, sinto também que em grupo sou melhor!

 

Há pouco mais de um mês via muita gente com aquela incerteza de não saber se ficava ou não, de ter medo (porque no fundo é sempre a mesma coisa - toda a gente quer ficar). Se vos dissessem nessa altura que ficavam todos, davam saltos de alegria. Assim que souberam, já estavam preocupados com outras coisas. Com os dias de férias que hipoteticamente nos estariam a roubar; com a rasteira que de certeza nos vão pregar;… Questões legítimas e individuais na altura de assinar um contrato (que é um acto individual) e cada um é livre para assinar ou não, estar satisfeito ou não, tentar negociar ou não, mas nunca percebi, durante o ano e agora no final, alguma má fé que se sente em relação à empresa. Posso vir a engolir estas palavras mais tarde e a empresa pode trucidar-me mais tarde numa questão ou outra mas é tudo uma questão de confiança. Enquanto não a violarem, confio! Nunca senti necessidade de duvidar, de questionar a boa-fé da empresa, de temer que as coisas não se resolvessem… Atrasou e podia ter sido melhor mas nunca ultrapassou, na minha opinião, a barreira que fizesse com que devêssemos perder o bom senso.

 

Chegamos ao fim. Contrato de trabalho proposto a todos com a remuneração base esperada e todas as condições normais da lei de trabalho. Nunca esperei outra coisa. Sessão para se colocar todas as dúvidas. Possibilidade de se continuar a fazer aquilo que se quer. Sim, eu gosto muito desta empresa. Por ser tão imperfeita. Por ter o que é. É natural que se sinta isso quando falo ou escrevo. Eu gostei muito deste ano e da “almofada” de ser Trainee que a equipa dos Rh nos proporcionou, mesmo até ao final. Vamos ver agora o que é ser mais um ao lidarmos com o nosso núcleo dos RH. Foi bom demais todo este ano. Acabou de forma excelente, como achei que iria acabar mas com uma nuance – acabou assim para todos. Todos têm uma proposta e podem assinar. É evidente que podem querer mais, não gostar do que estão a fazer, achar que merecem mais, querer já ser gestores disto e daquilo, querer sentir-se mais importantes do que acham que vos fazem sentir, querer experimentar outras coisas, queres mais isto e aquilo no contrato. É tudo uma questão pessoal e cada um é que sabe. Ninguém tem nada que ver com isso. Apenas posso dizer que gostava que todos assinassem. Fazem todos falta a esta empresa. Não gostaria de ver ninguém sair. Temos imensas sinergias. Funcionamos muito bem como grupo. Podemos constituir uma rede de melhoria constante para esta empresa. Os meus votos de que cada um consiga aquilo que quer se estiver a desdenhar, que se possa sentir o melhor possível no que faz e que continue por cá.

 

Senti um excelente ambiente na altura de assinar contrato, não me senti pressionado a nada e, sinceramente, queria era sair dali para vir trabalhar (e não gosto de contas do dinheirinho, condições,… pelo menos nesta fase – por mim aquilo durava 5 minutos). E acho que nunca estivemos tão livres como agora. É uma decisão pessoal. E não vi nada que achasse esquisito ou que achasse que podia ser mais justo. Podiam ter feito um contrato apenas a partir de 3 de Setembro (segunda-feira) e assim perderíamos alguma coisa (já não me lembro do quê – férias ou subsídio ou qualquer coisa…). Podiam sempre chatear de alguma forma. Não o esperava. Não me parece que tenha acontecido. Gostei de lá estar. Gostei de vir embora e voltar ao trabalho (andava a fazer as coisas de mais curto prazo porque era o mais útil para a minha equipa caso eu saísse e andava a trabalhar demais porque queria deixar tudo pronto quando saísse) para fazer novamente as coisas de mais longo prazo. Vou gostar de entrar aqui segunda-feira com mais responsabilidades porque, mesmo que as procurasse, o facto de ser Trainee serve sempre como uma atenuante. Espero que estejam cá todos na segunda.

 

 

                                  Capítulo 2

 

Este capítulo já não era para ser revelado agora. Mas ontem ocorreu uma gaffe pelo que não vale a pena fazer isto como pensava.

 

No dia 9 de Setembro (Domingo) ia mandar este mail:

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Olá!

 

Não estranhem se eu estiver muito caladinho nas próximas duas semanas. Não vou estar cá. Vou de lua-de-mel.

 

PS – Algum engenheiro calcule aí a quantidade de informação presente neste mail.

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Vou-me casar dia 8 de Setembro (sim, deste ano :)). A data só ficou definitivamente confirmada na sexta passada e a decisão tem um mês.

 

A minha namorada (de muito longa duração) é professora. Agora há a possibilidade de os concursos serem por 3 anos (este ano não ficou abrangida) e se ela concorresse no Norte e eu ficasse cá por Lisboa, nunca mais resolvíamos a nossa vida. Os concursos dos professores tinham de ser feitos até dia 7 de Agosto. Uma semana antes começamos a pensar que não valia pena esperar mais e que era agora. Pensei sempre que a 7 de Agosto já saberia se ficava ou não. Precisava dessa informação para decidir com a minha namorada, se ela devia concorrer para Lisboa. A informação na PT não chegava. Estive para mandar um mail à Alexandra a dizer que estava prestes a tomar a decisão mais importante da minha vida, que precisava de um pouquinho mais de informação: qual seria a minha probabilidade de ficar? Seria sensato estar a contar com isso?

 

Não mandei mail. Não gosto de “chatear”, isto é, se não há nada que eu possa fazer para ajudar ou nada em que possa contribuir para resolver uma situação, prefiro não atrapalhar e esperar naturalmente a resolução dessa situação. Acreditava que se eles já pudessem ter resolvido a questão dos Trainees já o tinham feito e que se tal ainda não tinha acontecido era porque não podiam fazer nada nesse momento para o conseguir. Entendo algumas idiossincrasias deste grupo empresarial e sou resistente e paciente. Como já vos disse, considerava este o derradeiro teste, o verdadeiro J. Já não eram simulações da Psycnet. Era a sério! Viver a vida um bocadinho “sem rede”! Só que eu estava a vivê-la sem nenhuma rede, mesmo! Como não disseram anda, decidimos então que a minha namorada, agora noiva, concorreria para Lisboa. Nesse caso, ficasse na PT ou não, ficaria em Lisboa. Nesse caso passaríamos a viver juntos. Nesse caso, queríamos casar primeiro. E é mesmo sem rede. Ambos tínhamos contrato até 31 de Agosto e mais nada (embora boas perspectivas), não tínhamos casa, não sabia a minha situação na PT,… Mas assim é que sabe bem. Nunca me senti tão vivo nem feliz como durante este período. Não é necessário esperar pelas condições. Não é necessário esperar mais. Estávamos mais que preparados e tínhamos o Amor do nosso lado. Mesmo que fosse ou venha a ser muito difícil. Continuei a esperar a decisão da PT.

 

Neste período o que me irritou mais era que, tendo eu, porventura, a situação mais complexa a nível pessoal, era eu que me sentia obrigado a tentar passar alguma calma, tentar que não houvesse precipitações, dizer para relaxarem (How I Learned to Stop Worrying and Love this Company), e tentar evitar a todo o custo o que, a meu ver, independentemente da minha situação, não se justificava. E quase sempre evitava responder aos mails de desânimo e revolta… porque me irritava.

 

Continuei à espera. Fui preparando o casamento neste mês. Nem sabia se seria possível faze-lo com tanta brevidade (sabia que pela Igreja não dava). Dias intensos. Dias felizes. Todos os dias uma coisa nova, um avanço,… Procurar casa, esperar decisões,… A da PT não chegava. Chego à última semana de contrato e começo a ver que mesmo eu resistindo ao máximo, a minha situação pessoal começava a ficar periclitante e gostava de saber mais alguma coisa até porque até que me dava jeito gozar uma lua-de-mel. Não disse nada à PT porque é da minha vida e se cá não ficasse, o que se passasse depois de 1 de Setembro já não era do seu respeito. Mas havendo a hipótese de prolongamento do contrato, precisava de saber se teria direito aos 15 dias por casamento. Mandei então um mail à Alexandra tentando perceber se houvesse prolongamento de contrato teria direito a esses e se poderia começar a procurar uma viagem. Felizmente na terça as coisas resolveram-me. Pedi que o assunto fosse tratado como reservado mas só mandei o mail para a Alexandra. Na reunião de ontem, a Ana Ramos, no final, comentou alto “ Então Ricardo… solteiro por mais alguns dias”. Tentei disfarçar, fiz shiuuuu :), mas percebi que alguns ouviram e perceberam. Sendo assim, não vale a pena deixar mais tempo por revelar. Como vos disse, só na sexta confirmei o dia e ainda há muita coisa que estou a resolver. Tinha decidido manter isto reservado enquanto não fosse tudo certo. Só tinha falado com o Daniel, porque vou sair lá do apartamento, e com o Filipe, que me ajudou a ver as escolas para o concurso da Catarina, minha noiva. Estava mortinho para sair da reunião do contrato porque sabia que corria aquele risco, que aquilo se comentasse. Está feito! Não tem mal! Está contado! E ando delirante por ter decidido e preparado isto num mês, com esta intensidade. Sabe tão bem!

 

Percebem agora porque faltei a alguns eventos dos últimos tempos, porque é que não tinha tempo para ir à bola,… ? Achei incrível aquele boato de que eu ia casar para o ano, atirado assim para o ar, na brincadeira, por especulação, e eu ter respondido “Vou casar, sem dúvida, não posso dizer é quando”. Em vários mails e conversas fui mandando pistas só por divertimento. Mas queria manter reservado e foi, até hoje. Uma coisa final que tenho que dizer refere-se ao facto de eu ter dito, no meu relatório e na história que li no Outdoor final, que este ano fiz amigos para a vida, amigos de se convidar para o casamento. Sem dúvida. Reitero completamente. Mas as circunstâncias que tinha em mente quando escrevi isso e o tipo de casamento em que pensava alteraram-se pois vou fazer uma cerimónia íntima e reservada com apenas 19 pessoas (nem mesmo alguma família próxima vai estar) pelo que peço a todos os que tinham o direito e o lugar reservado lá para perceberem. Eu sei que sim. E vocês sabem quem são!

 

 

 

Sei que quem leu este mail até ao fim vai ver passagens onde me considerará moralista ou paternalista ou arrogante. Será normal. Concedo. Mas não é essa a minha intenção. Quis dizer o que penso. Quis dar o meu exemplo. Pode ser útil ou não, consoante me vês. É um mail muito pessoal, muito mais pessoal do que desejaria. Mas vem em coerência com o que fui dando de mim este ano. Senti necessidade de o escrever. Por vocês e por mim.

 

 

Chamo-me Ricardo Oliveira. Trabalho na Direcção de Qualidade e Serviço ao Cliente, no Centro de Tratamento de Avarias de Voz. Estou no 7.º piso de Carnide; brevemente estarei no CSGRS de Picoas. Estou ao alcance de um telefonema (telefone da empresa ou telemóvel pessoal), de uma entrada no Messenger, de um mail,… para qualquer assunto profissional ou pessoal. Estou sempre aqui para juntos sermos melhores. Obrigado por este ano. Obrigado a todos. Venham os próximos!!!



publicado por rpOliveira às 14:58
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007
OST Trainee 2006/07

01 - Gnarls Barkley - Crazy

 

 

02 - Ben Harper - Sexual Healing

 

 

03. Nelly Furtado - Say It right

 

 

04. Rui Veloso - Porto Sentido

 

 

05. Madness - Our House

 

 

06. OUTWORK feat. Mr GEE - Elektro (Clube Guys Remix)

 

 

07. Smashing Pumpkins - Untitled

 

 

08. Europe - The Final Countdown

 

 

09. Ruth Marlene - Coisinha Sexy

 

 

10 . Lord Of The Rings - Two Towers Trailer Song (Clint Mansell - Requiem For A Dream Remix)

 

 

11. Greig - Peer Gynt op.23 - Hall of the Mountain King

 

 

12. Martin Solveig - Everybody

 

 

13. Simon Webbe - No Worries

 

 

14. Henry Mancini - Pink Panther Theme

 

 

15. Xutos & Pontapes - A Minha Casinha

 

 

16. Carmina Burana

 

 

17. Harvey Danger - Flagpole Sitta (7 de maio)

 

 

18. Franz Ferdinand - This Fire

 

 

19. Damien Rice - The Blower's Daughter

 

 

20. Jamie Lewis Dj Pippi feat. Kim Cooper - So Sexy

 

 

21. Chocolate Puma - Always and forever

 

 

22. Alex Gaudino - Destination Calabria

 

 

23. Yves Larock - Rise Up (Original Mix)

 

 

24. James - Getting Away With It (All Messed Up) - Live @ SW, Portugal (2007-08-05)

 

 

25. GNR - Asas (Eléctricas)

 

 

26. Green Day - Time of your Life

 

 

27. Sergio Godinho - O Primeiro Dia

 

 



publicado por rpOliveira às 18:57
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RE: OST Trainees 06/07 v2

Pede para indicarem se preferem a versão ao vivo ou a original!



publicado por rpOliveira às 12:02
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RE: OST Trainees 06/07 v2

Organiza isso e diz-me quem ganhou, pf. Mete tb à consideração meter a versão original (e, já agora, de qual).



publicado por rpOliveira às 11:52
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RE: OST Trainees 06/07 v2

Dasss… Cambada. Só me arranjam problemas. Tenho que ser eu a decidir agora, é? :)



publicado por rpOliveira às 11:48
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RE: OST Trainees 06/07 v2

Esta música (Bodyrockers - I Like The Way You Move) está associada a algum  momento Trainee?



publicado por rpOliveira às 11:13
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RE: OST Trainees 06/07 v2

Daniela Ornelas,

 

Que achas? Qual delas? Não será melhor usar a versão original devido à qualidade do som?

 

Que acham?



publicado por rpOliveira às 11:11
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RE: [Trainees - FDS@Sintra] - A ideia

Aliança Portugal-Inglaterra? A mais antiga do mundo? (discorre um pouco sobre isso, Daniel).

 

Pensem duas vezes. Antes disso já havia “A Aliança”.

 

Placas? Sofisticados sistemas de orientação.



publicado por rpOliveira às 11:06
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