Se tivesse levado o bilhete impresso que eles mandam por mail, era na hora. Mas nunca imprimo o papel. Há que ser ecológico, não é, Rita? Tudo economia digital. Quanto mais electrónico, melhor. Como só tinha o SMS e ele lá no balcão não tem acesso ao sistema, esteve ao telefone para descobrir que só havia um bilhete com o meu nome hoje, de Coimbra para o Oriente (!). Não era esse o meu bilhete. Esperei 20 minutos. Não conseguiam consultar do outro lado os bilhetes electrónicos. Incrível. Mas era jovem e simpático. Foi uma conversa gira. Evangelizei um bocadinho. Vou tentar passar ainda por lá, à hora do almoço, com o PAPEL, a ver se consigo alguma coisa!
Bjs e abs,
Tentei trocar um bilhete electrónico da CP (SMS no meu telemóvel)!
P*ta que pariu o choque tecnológico!
Isto vai ser um dos problemas deste século, vindo a anunciar-se desde que se prevê o degelo que está a acontecer, que vai abrir canais navegáveis e permitir exploração de recursos naturais.
E sim… um regresso a uma guerra fria, neste caso, gelada! (será que isto foi bom? :) )
Acho inevitável (e uma mais valia)!
Já tenho essa indicação no meu telemóvel há bastante tempo mas como ECE (em caso de emergência). Acho que vou pôr também uma entrada para a versão internacional!
Então vamos lá explicar isto melhor. Estamos a discutir arquitectura e a paisagem urbanística mas posso passar também um pouco pela fé.
1) A fé é algo pessoal, intrinsecamente pessoal, íntima. É assim que se deve manter. Não deve ser imposta, forçada, exposta desmesuradamente, escancarada descaradamente. É algo do eu, do próprio eu, da minha existência e ligação ao mundo. Não deve ser uma obra colectiva de exposição, imposição, esfregada na cara.
2) Mas do que estamos a falar é da paisagem urbana e, na minha opinião, o Cristo Rei é a coisa mais feia de Portugal.
2.1) É uma imitação barata de um monumento de outro país. Admitamos que o Cristo Rei do Rio fica bem naquele país. É autêntico. Tem história. É a imagem do Brasil. Insere-se naquela paisagem de uma forma onde, pelo menos depois de a vermos, conseguimos apreciar. Não foi preciso construir um mamarracho para elevá-lo. Faz parte do Corcovado, do Rio. É o Brasil!
O “nosso”, mais do que uma imitação barata de um outro país, é feio. Muito feio. Mas mesmo que não conseguisse ser tão feio, uma réplica da torre Eiffel também ficaria mal na Avenida da Liberdade ou uma réplica da estátua da liberdade seria uma aberração na ilha de Almourol. São coisas que não fazem sentido, sobretudo num país com tanta história, identidade e símbolos próprios como o nosso.
2.2) É algo que se impõe de forma brutal na paisagem. E é algo que impõe um símbolo religioso que, mesmo sendo o do qual estou próximo, não deve ser feito. Dir-me-ão que serve de miradouro. É muito mais prejudicial à paisagem da margem Sul do que o que permite observar na margem Norte.
3) Foi construído na ditadura, com o pretexto de pedir a Deus que impedisse que Portugal participasse na 2.ª Guerra Mundial .Sempre a mesma treta para enganar o povo. Sempre a mesma tríade. E sempre usar a religião e a fé (mais do que legítima) das pessoas para fins políticos, para manipulação, para entretenimento. E isso choca. E isso é indissociável para mim. E penso nisso sempre que olho para o Cristo-Rei. E isso torna-o ainda mais feio!
Bjs e abs,
Bom dia!
Mas é inevitável e, na minha opinião, correcto. Há que conseguir, respeitando a legislação em vigor e o mais necessário, ir reestruturando a empresa e prepará-la para se tornar cada vez mais ágil e eficiente. Esta não deixa de ser uma situação transitória e penso que estes colaboradores custam menos à empresa estando em casa do que a trabalhar, permitindo também assim uma mais fácil transição de mentalidades. Não deixa de ser uma situação estranha, em termos de gestão, mas indispensável face à conjuntura actual, legislação em vigor e directivas para o futuro. Mas só mesmo uma empresa destas é que tem arcaboiço para aguentar os anos necessários esta situação :).
Joel Neto é só, na minha opinião, um dos melhores entrevistadores dos VIPs aqui do burgo, escrevendo depois a entrevista em forma de crónica (fez escola uma que fez à Catarina Furtado) e delicioso a escrever sobre futebol. Escreveu sobretudo para a Grande Reportagem.
http://www.futebolmesmo.blogspot.com/ (já não tem lá nada – deve ser por causa do lançamento do livro)
Alguns exemplos:
Ricardo Araújo Pereira: http://joelneto.blogspot.com/2005/12/per
José Mourinho http://joelneto.blogspot.com/2005/12/per
Catarina Furtado http://joelneto.blogspot.com/2005/12/per
Cristiano Ronaldo http://joelneto.blogspot.com/2006/05/rep
Ana Lourenço (pivot da Sic Notícias) http://joelneto.blogspot.com/2006/01/sai
Lindo! Finalmente um inteligente que vai directo ao assunto :)
O essencial é invisível aos olhos!
Toca a ler novamente o Principezinho!
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