Estou satisfeito com o texto que escrevi. Gosto dele. Agradeço os cumprimentos. Sinto-me bem com aquilo. Deu-me prazer. Mas deixemo-nos de coisas. O mail da tarde é este:
Se bem q ter um à disposição dá sempre jeito…
Como é que eu posso competir com isto? Nem Shakespeare!
Consegui pôr o Pires (o Sérgio tem estado a sugerir nomes). Mais algum?
- E quando chegar, por entre andorinhas, vai ser uma Primavera tão extraordinária, que as Rosas brotarão dos viçosos Ramos de uma bela Oliveira!
- Ah sim! Então porquê?
- Não sei! Mas era lindo de se ver! Sinto-me triste! Tem estado um tempo Cansado! Este Inverno foi chuva, Geada, Saraiva,… foi agreste! Dias muito cinzentos!
- Pois! Mas gosto do Inverno, apesar de não termos Neves perenes!
- Sim, mas já chega! Ando de Candeias às avessas com o Inverno, com este Inverno! Já não acho Graça ao frio! Já os meus Pais diziam: és uma rapariga de coração quente!
- Percebo! Também gosto da Primavera! Da Natureza a redescobrir-se! Do cheiro a Loureiro, do verde novo nos Matos, das belas Margaridas…
- Sim! Se calhar gostas da Natureza em si, do campo! Acho que tens uma alma bucólica!
- Também acho que sim! Vem-me da infância! Os Carvalhos, os Pinheiros, os rebanhos nas pastagens, os Carneiros e as suas ovelhas,… Agora que o dizes, gosto mesmo é da Natureza, mais do que apenas de uma estação. Gosto das Vinhas no Outono, das nozes da Nogueira do meu quintal, e da Pereira que o meu pai plantou. Conheço-me e revejo-me nestas imagens, nas sensações da minha infância!
- Eu cá sou mais urbana, cosmopolita. Gosto da cidade! E das suas festas! Gosto dos Santos populares, das sardinhas e vinho, mas também da noite e dos seus encantos!
- E as festas de aldeia? O S. Martinho? As castanhas e jeropiga?
- Não é a mesma coisa. Gosto da cidade pela mistura racial, porque ninguém fica Calado, porque tem cor, porque tem movimento, porque vibra. Gosto dos cafés, da boémia, chávena e Pires, cigarros,… Gosto das ruas! Gosto de ver uma igreja e a seguir uma Mesquita. Gosto da diversidade, da cristã, da Moura, da judia,... Na aldeia é tudo muito Beato.
- Mas a aldeia tem a sua força na simplicidade, na autenticidade, na genuinidade – são as Chaves do seu âmago! Na aldeia vais na rua e tens os Pintos a saltitar ao teu lado. Quanto vale isso?
- Pois… sei o que queres dizer. E veres um Ferrari estacionar ao teu lado? Quanto vale isso?
- Depende! Provavelmente é de um mafioso e foi Furtado em qualquer lado. É quem mais Gama. É tudo imagem. Percebes o que digo quando falo de autenticidade?
- Sim, percebo. Ambos os espaços têm as suas vantagens e desvantagens. Quem lá vive pode gostar de muita coisa mas também tem que levar a Cruz dos inconvenientes. E que tal juntar o melhor dos dois mundos? Será possível?
- É o Santo Graal, não é? A Correia de transmissão da vida. O procurarmos o espaço que nos vai dar espaço, que nos vai fazer viver, que nos fará sentir Reis no nosso reino, senhores do nosso feudo, senhorios do nosso palácio Dourado…
- Mas eu cá não quero palácio nenhum. Quero vida! Pessoas! Comunicação! Noite e cidade! Quero Pinar até não poder mais, divertir-me, dançar, sentir! É o que eu procuro agora!
- Então e o teu namorado? Ainda é o mesmo? Não era de Barcelona?
- Sim… é de lá perto… é Catalão. Enfim! Já tivemos melhores dias. Mas continuamos amigos. Como dizer… ele é um pouco Torrado da cabeça.
- Como tu, não é?
- Pois, hehehe! Como eu!
- Então olha! Boa festa logo à noite! Boa passagem de ano. Diverte-te! Próspero e feliz novo ano!
- Igualmente para ti! Tudo bem com a tua namorada?
- Nunca pior. Beijinhos!
PS – Penso estarem todos os nomes que signifiquem mais alguma coisa que apenas o nome. Avisem se algum me escapou. Isto não é uma obra acabada!
Bjs e abs,
Faltava o Margarida. Mais algum?
- E quando chegar, por entre andorinhas, vai ser uma Primavera tão extraordinária, que as Rosas brotarão dos viçosos Ramos de uma bela Oliveira!
- Ah sim! Então porquê?
- Não sei! Mas era lindo de se ver! Sinto-me triste! Tem estado um tempo Cansado! Este Inverno foi chuva, Geada, Saraiva,… foi agreste! Dias muito cinzentos!
- Pois! Mas gosto do Inverno, apesar de não termos Neves perenes!
- Sim, mas já chega! Ando de Candeias às avessas com o Inverno, com este Inverno! Já não acho Graça ao frio! Já os meus Pais diziam: és uma rapariga de coração quente!
- Percebo! Também gosto da Primavera! Da Natureza a redescobrir-se! Do cheiro a Loureiro, do verde novo nos Matos, das belas Margaridas…
- Sim! Se calhar gostas da Natureza em si, do campo! Acho que tens uma alma bucólica!
- Também acho que sim! Vem-me da infância! Os Carvalhos, os Pinheiros, os rebanhos nas pastagens, os Carneiros e as suas ovelhas,… Agora que o dizes, gosto mesmo é da Natureza, mais do que apenas de uma estação. Gosto das Vinhas no Outono, das nozes da Nogueira do meu quintal, e da Pereira que o meu pai plantou. Conheço-me e revejo-me nestas imagens, nas sensações da minha infância!
- Eu cá sou mais urbana, cosmopolita. Gosto da cidade! E das suas festas! Gosto dos Santos populares, das sardinhas e vinho, mas também da noite e dos seus encantos!
- E as festas de aldeia? O S. Martinho? As castanhas e jeropiga?
- Não é a mesma coisa. Gosto da cidade pela mistura racial, porque ninguém fica Calado, porque tem cor, porque tem movimento, porque vibra. Gosto de ver uma igreja e a seguir uma Mesquita. Gosto da diversidade, da cristã, da Moura, da judia,... Na aldeia é tudo muito Beato.
- Mas a aldeia tem a sua força na simplicidade na autenticidade na genuinidade – são as Chaves do seu âmago! Na aldeia vais na rua e tens os Pintos a saltitar ao teu lado. Quanto vale isso?
- Pois… sei o que queres dizer. E veres um Ferrari estacionar ao teu lado? Quanto vale isso?
- Depende! Provavelmente é de um mafioso e foi Furtado em qualquer lado. É quem mais Gama. É tudo imagem. Percebes o que digo quando falo de autenticidade?
- Sim, percebo. Ambos os espaços têm as suas vantagens e desvantagens. Quem lá vive pode gostar de muita coisa mas também tem que levar a Cruz dos inconvenientes. E que tal juntar o melhor dos dois mundos? Será possível?
- É o Santo Graal, não é? A Correia de transmissão da vida. O procurarmos o espaço que nos vai dar espaço, que nos vai fazer viver, que nos fará sentir Reis no nosso reino, senhores do nosso feudo, senhorios do nosso palácio Dourado…
- Mas eu cá não quero palácio nenhum. Quero vida! Pessoas! Comunicação! Noite e cidade! Quero Pinar até não poder mais, divertir-me, dançar, sentir! É o que eu procuro agora!
- Então e o teu namorado? Ainda é o mesmo? Não era de Barcelona?
- Sim… é de lá perto… é Catalão. Enfim! Já tivemos melhores dias. Mas continuamos amigos. Como dizer… ele é um pouco Torrado da cabeça.
- Como tu, não é?
- Pois, hehehe! Como eu!
- Então olha! Boa festa logo à noite! Boa passagem de ano. Diverte-te! Próspero e feliz novo ano!
- Igualmente para ti! Tudo bem com a tua namorada?
- Nunca pior. Beijinhos!
PS – Penso estarem todos os nomes que signifiquem mais alguma coisa que apenas o nome. Avisem se algum me escapou. Isto não é uma obra acabada!
Bjs e abs,
Como já disse, lamento os que não dá para incluir, apesar de poderem ter mais algum significado para além de serem nomes. Quanto aos teus, Daniela, nem há questão :). São nomes sem outro significado que eu possa usar!
Não te zangues comigo :’(
Mais duas ou três pequenas correcções. Adicionei o Calado! Há outros nomes que até podem ter um significado (rural ou zoológico, por exemplo) mas seria muito rebuscado metê-los aqui. Daria cabo da consistência do texto J, até porque ninguém sabe o que significam. Lamento quanto a esses! Mais algum?
- E quando chegar, por entre andorinhas, vai ser uma Primavera tão extraordinária, que as Rosas brotarão dos viçosos Ramos de uma bela Oliveira!
- Ah sim! Então porquê?
- Não sei! Mas era lindo de se ver! Sinto-me triste! Tem estado um tempo Cansado! Este Inverno foi chuva, Geada, Saraiva,… foi agreste! Dias muito cinzentos!
- Pois! Mas gosto do Inverno, apesar de não termos Neves perenes!
- Sim, mas já chega! Ando de Candeias às avessas com o Inverno, com este Inverno! Já não acho Graça ao frio! Já os meus Pais diziam: és uma rapariga de coração quente!
- Percebo! Também gosto da Primavera! Da Natureza a redescobrir-se! Do cheiro a Loureiro, das flores, do verde novo nos Matos,…
- Sim! Se calhar gostas da Natureza em si, do campo! Acho que tens uma alma bucólica!
- Também acho que sim! Vem-me da infância! Os Carvalhos, os Pinheiros, os rebanhos nas pastagens, os Carneiros e as suas ovelhas,… Agora que o dizes, gosto mesmo é da Natureza, mais do que apenas de uma estação. Gosto das Vinhas no Outono, das nozes da Nogueira do meu quintal, e da Pereira que o meu pai plantou. Conheço-me e revejo-me nestas imagens, nas sensações da minha infância!
- Eu cá sou mais urbana, cosmopolita. Gosto da cidade! E das suas festas! Gosto dos Santos populares, das sardinhas e vinho, mas também da noite e dos seus encantos!
- E as festas de aldeia? O S. Martinho? As castanhas e jeropiga?
- Não é a mesma coisa. Gosto da cidade pela mistura racial, porque ninguém fica Calado, porque tem cor, porque tem movimento, porque vibra. Gosto de ver uma igreja e a seguir uma Mesquita. Gosto da diversidade, da cristã, da Moura, da judia,... Na aldeia é tudo muito Beato.
- Mas a aldeia tem a sua força na simplicidade na autenticidade na genuinidade – são as Chaves do seu âmago! Na aldeia vais na rua e tens os Pintos a saltitar ao teu lado. Quanto vale isso?
- Pois… sei o que queres dizer. E veres um Ferrari estacionar ao teu lado? Quanto vale isso?
- Depende! Provavelmente é de um mafioso e foi Furtado em qualquer lado. É quem mais Gama. É tudo imagem. Percebes o que digo quando falo de autenticidade?
- Sim, percebo. Ambos os espaços têm as suas vantagens e desvantagens. Quem lá vive pode gostar de muita coisa mas também tem que levar a Cruz dos inconvenientes. E que tal juntar o melhor dos dois mundos? Será possível?
- É o Santo Graal, não é? A Correia de transmissão da vida. O procurarmos o espaço que nos vai dar espaço, que nos vai fazer viver, que nos fará sentir Reis no nosso reino, senhores do nosso feudo, senhorios do nosso palácio Dourado…
- Mas eu cá não quero palácio nenhum. Quero vida! Pessoas! Comunicação! Noite e cidade! Quero Pinar até não poder mais, divertir-me, dançar, sentir! É o que eu procuro agora!
- Então e o teu namorado? Ainda é o mesmo? Não era de Barcelona?
- Sim… é de lá perto… é Catalão. Enfim! Já tivemos melhores dias. Mas continuamos amigos. Como dizer… ele é um pouco Torrado da cabeça.
- Como tu, não é?
- Pois, hehehe! Como eu!
- Então olha! Boa festa logo à noite! Boa passagem de ano. Diverte-te! Próspero e feliz novo ano!
- Igualmente para ti! Tudo bem com a tua namorada?
- Nunca pior. Beijinhos!
PS – Penso estarem todos os nomes que signifiquem mais alguma coisa que apenas o nome. Avisem se algum me escapou. Isto não é uma obra acabada!
Bjs e abs,
Escrevi isto à pressa para ir almoçar. Não deu para pensar muito. Agora pensei mais um pouco. Fiz pequenas correcções. Adicionei os nomes Dourado e Moura, que me tinham escapado. Faltará algum?
- E quando chegar, por entre andorinhas, vai ser uma Primavera tão extraordinária, que as Rosas brotarão dos viçosos Ramos de uma bela Oliveira!
- Ah sim! Então porquê?
- Não sei! Mas era tão belo! Sinto-me Cansado! Este Inverno foi chuva, Geada, Saraiva,… foi agreste! Dias muito cinzentos!
- Pois! Mas gosto do Inverno, apesar de não termos Neves perenes!
- Sim, mas já chega! Ando de Candeias às avessas com o Inverno, com este Inverno! Já não acho Graça ao frio! Já os meus Pais diziam: és uma rapariga de coração quente!
- Percebo! Também gosto da Primavera! Da Natureza a redescobrir-se! Do cheiro a Loureiro, das flores, do verde novo nos Matos,…
- Sim! Se calhar gostas da Natureza em si, do campo! Acho que tens uma alma bucólica!
- Também acho que sim! Vem-me da infância! Os Carvalhos, os Pinheiros, os rebanhos nas pastagens, os Carneiros e as suas ovelhas,… Agora que o dizes, gosto mesmo é da Natureza, mais do que apenas de uma estação. Gosto das Vinhas no Outono, das nozes da Nogueira do meu quintal, e da Pereira que o meu pai plantou. Conheço-me e revejo-me nestas imagens, nas sensações da minha infância!
- Eu cá sou mais urbana, cosmopolita. Gosto da cidade! E das suas festas! Gosto dos Santos populares, das sardinhas e vinho, mas também da noite e dos seus encantos!
- E as festas de aldeia? O S. Martinho? As castanhas e jeropiga?
- Não é a mesma coisa. Gosto da cidade pela mistura racial, porque tem cor, porque tem movimento, porque vibra. Gosto de ver uma igreja e a seguir uma Mesquita. Gosto da diversidade, da cristã, da Moura, da judia,... Na aldeia é tudo muito Beato.
- Mas a aldeia tem a sua força na simplicidade na autenticidade na genuinidade – são as Chaves do seu âmago! Na aldeia vais na rua e tens os Pintos a saltitar ao teu lado. Quanto vale isso?
- Pois… sei o que queres dizer. E veres um Ferrari estacionar ao teu lado? Quanto vale isso?
- Depende! Provavelmente é de um mafioso e foi Furtado em qualquer lado. É quem mais Gama. É tudo imagem. Percebes o que digo quando falo de autenticidade?
- Sim, percebo. Ambos os espaços têm as suas vantagens e desvantagens. Quem lá vive pode gostar de muita coisa mas também tem que levar a Cruz dos inconvenientes. E que tal juntar o melhor dos dois mundos? Será possível?
- É o Santo Graal, não é? A Correia de transmissão da vida. O procurarmos o espaço que nos vai dar espaço, que nos vai fazer viver, que nos fará sentir Reis no nosso reino, senhores do nosso feudo, senhorios do nosso palácio Dourado…
- Mas eu cá não quero palácio nenhum. Quero vida! Pessoas! Comunicação! Noite e cidade! Quero Pinar até não poder mais, divertir-me, dançar, sentir! É o que eu procuro agora!
- Então e o teu namorado? Ainda é o mesmo? Não era de Barcelona?
- Sim… é de lá perto… é Catalão. Enfim! Já tivemos melhores dias. Mas continuamos amigos. Como dizer… ele é um pouco Torrado da cabeça.
- Como tu, não é?
- Pois, hehehe! Como eu!
- Então olha! Boa festa logo à noite! Boa passagem de ano. Diverte-te! Próspero e feliz novo ano!
- Igualmente para ti! Tudo bem com a tua namorada?
- Nunca pior. Beijinhos!
PS – Penso estarem todos os nomes que signifiquem mais alguma coisa que apenas o nome. Avisem se algum me escapou. Isto não é uma obra acabada!
Bjs e abs,
- E quando chegar, por entre andorinhas, vai ser uma Primavera tão extraordinária, que as Rosas brotarão dos viçosos Ramos de uma bela Oliveira!
- Ah sim! Então porquê?
- Não sei! É cá um pressentimento! Sinto-me Cansado! Este Inverno foi Geada, Saraiva,… foi agreste! Dias um pouco cinzentos!
- Pois! Mas gosto do Inverno, apesar de não termos Neves perenes!
- Sim, mas já chega! Ando de Candeias às avessas com o Inverno, com este Inverno! Já não acho Graça ao frio! Já os meus Pais diziam: és uma rapariga de coração quente!
- Percebo! Também gosto da Primavera! Da Natureza a redescobrir-se! Do cheiro a Loureiro, das flores, do verde novo, nos Matos,…
- Sim! Se calhar gostas da Natureza em si, do campo! Acho que tens uma alma bucólica!
- Também acho que sim! Vem-me da infância! Os Carvalhos, os Pinheiros, os rebanhos nas pastagens, os Carneiros e suas ovelhas,… Agora que o dizes, gosto mesmo é da Natureza, mais do que apenas de uma estação. Gosto das Vinhas no Outono, das nozes da Nogueira do meu quintal, e da Pereira que o meu pai plantou. Conheço-me e revejo-me nestas imagens, nas sensações da minha infância!
- Eu cá sou mais urbana, cosmopolita. Gosto da cidade! E das suas festas! Gosto dos Santos populares, das sardinhas e vinho, mas também da noite e dos seus encantos!
- E as festas de aldeia? O S. Martinho? As castanhas e jeropiga?
- Não é a mesma coisa. Gosto da cidade pela mistura racial, porque tem cor, porque tem movimento, porque vibra. Gosto de ver uma igreja e a seguir uma Mesquita. Gosto da diversidade. Na aldeia é tudo muito Beato.
- Mas a aldeia tem a sua força na simplicidade na autenticidade na genuinidade – são as Chaves do seu âmago! Na aldeia vais na rua e tens os Pintos a saltitar ao teu lado. Quanto vale isso?
- Pois… sei o que queres dizer. E veres um Ferrari estacionar ao teu lado? Quanto vale isso?
- Depende! Provavelmente é de um mafioso e foi Furtado em qualquer lado. É quem mais Gama. É tudo imagem. Percebes o que digo quando falo de autenticidade?
- Sim, percebo. Ambos os espaços têm as suas vantagens e desvantagens. Quem lá vive pode gostar de muita coisa mas também tem que levar a Cruz dos inconvenientes. E que tal juntar o melhor dos dois mundos? Será possível?
- É o Santo Graal, não é? A Correia de transmissão da vida. O procurarmos o espaço que nos vai dar espaço, que nos vai fazer viver, que nos fará sentir Reis no nosso reino, senhores do nosso feudo, senhorios do nosso palácio…
- Mas eu cá não quero palácio nenhum. Quero vida! Pessoas! Comunicação! Noite e cidade! Quero Pinar até não poder mais, divertir-me, dançar, sentir! É o que eu procuro agora!
- Então e o teu namorado? Ainda é o mesmo? Não era de Barcelona?
- Sim… é de lá perto… é Catalão. Enfim! Já tivemos melhores dias. Mas continuamos amigos. Como dizer… ele é um pouco Torrado da cabeça.
- Como tu, não é?
- Pois, hehehe! Como eu!
- Então olha! Boa festa logo à noite! Boa passagem de ano. Diverte-te! Próspero e feliz novo ano!
- Igualmente para ti! Tudo bem com a tua namorada?
- Nunca pior. Beijinhos!
PS – Penso estarem todos os nomes que signifiquem mais alguma coisa que apenas o nome. Avisem se algum me escapou. Isto não é uma obra acabada!
Bjs e abs,
Nem tudo são rosas mas temos o Rosa! E o Rosa dos espinhos fará rosas, mesmo não sendo Primavera!
Isto começa a ser recorrente: viva o PT WiFi!
Desta vez salvou-me de duas horas de seca na loja do cidadão das Laranjeiras (depois de ter estado grande parte da manhã e hora de almoço num cliente)! O problema é que deixei aqui o Outlook ligado (a meter as mensagens para o disco) pelo que não podia ler os vossos mails. Mas a produção tb vai muito exígua, hoje. Não perdi muito. Vai um Quiz?
O Silêncio!
É tão bom, o silêncio! Porque é que o interrompo, agora?
O que significa? Porque se gera? O que traduz? O que expressa?
O silêncio!
Não há palavras verbalizadas mentalmente que se exprimam com dedos a bater num teclado, rato a clicar num Send, a química do silício, sinais eléctricos numa linha, emissor, receptor, camadas correspondentes, aí vai a subir, a física do silício, sinais transmitidos, luz, cor, cérebro, interrupção.
O silêncio! Quem o deixa existir? Porquê?
É da boa!
Mas há bola?
Oh não! Socorro! O meu orientador voltou! E agora?
Quero ter 3 telefones a tocar ao mesmo tempo e ver mails a chegarem às dezenas. Quero continuar a suar no trabalho.
Habituei-me ao ritmo.
QUERO TRABALHO DESMESURADO!
Como é que vou continuar a viver? Não vou aguentar baixar novamente o ritmo!
Lindo!
Já tive na minha caixa de mail uma proposta com business plan completo para fazer e vender;
(rufar de tambores):
Patinhos de borracha RMPO
Alguém tem um slogan daqueles à maneira para eu usar? Estou a começar com poucos meios.
Também eu adormeço, muitas vezes, a pensar como seria bom ser um patinho de borracha amarelo, à deriva, ao sabor das ondas, sem passado nem futuro, congelado e descongelado nas correntes do Árctico, vagueando em alto mar, sozinho ou encontrando outros patos, quiçá tartarugas verdinhas de borracha, dizendo-lhes olá, continuando o meu caminho, levando com relâmpagos em cima, subindo e descendo ondas de 7 metros ou navegando a calmaria da brisa da tarde. Também eu.
Eu sei o que sentes, Filipe! Estás tristinho! Também querias ser patinho e ninguém percebeu o teu sonho. Parece que o Ferrari percebeu. Identificou a tua mágoa. É natural. Ele também vive esse sonho. Não bem de ser patinho amarelo mas hipopótamo cor-de-rosa de borracha, fluorescente, flutuando nas vagas.
Mas há esperança! Há muito mar! Há correntes para ser estudadas. Qualquer dia! Qualquer dia! Há que continuar a sonhar. E a adormecer com a terna sensação de que sabemos. Eu sei. Um dia serei patinho, tartaruga ou até hipopótamo. Um dia!
PS1 – WTF? Pedaço de prosa mais estranho que me lembro de ter escrito até hoje nesta lista.
PS2 – Não! Não queimei de vez! Mudem essa resposta!
PS3 – Sabiam que o Abramovich começou a sua actividade de empresário a fazer patinhos de borracha. Eu bem sabia. Um dia serei patinho. Um dia!
Bem… está-me a apetecer fazer m*rd@. Tenho de fazer alguma coisa.
Tinha decidido (pela milésima vez) que me ia deixar de escrever por aqui. Traz-me mais confusões do que as que estou disponível para aceitar, muitas vezes. Mas sou fraco. Parece que volto sempre a escrever, não é? Depois do primeiro mail enviado em Setembro, seguiram-se centenas e com o envio novamente do primeiro mail, sexta-feira passada, fechava o ciclo, voltava às origens, fechava a loja. Simples, não é? Até era bonito. Uma bela metáfora. Mas difícil de conseguir.
Posto isto, apetece-me dizer um m*rd@ qualquer. Fazer estragos. Dar um grito. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh! Mas não estou disponível para confusões. Assim, não vou escrever. Vou optar por um desafio. Quem congeminar a teoria mais fabulosa para a foto que se segue (tirada há alguns meses), terá a minha vénia.
Beijinhos e abraços.
PS – É evidente que comentar o facto de o Tiago “Jibóia” Catalão estar a dormir não acrescenta nada. Não traz informação. Isso já nem é notícia.
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