Sexta-feira, 16 de Março de 2007
Porto

Bom dia!

 

Hoje acordei no Porto. Está bom! Um sol tímido a raiar uma manhã fresquinha mas promissora! Sabe bem andar para trás e para a frente! E acordar em camas diferentes (sem duplo sentido, meninos).

 

Bjs e abs,



publicado por rpOliveira às 09:22
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Sábado, 3 de Março de 2007
RE: Há dias e dias...

Obrigado por partilhares essa tua experiência, Gonçalo. Muito bem escrito. Mas pelas fotos que vi, não sei do que te queixas. Agora já tens um cabelo à homem, pá. Quando te escrevi aquele mail enorme de resposta, fui simplificando a versão inicial, retirando tudo o que pudesse ser ataque muito pessoal, retirando nomeadamente todas as referências ao teu cabelo. Aquele cabelinho à betinho… Já foi! Agora é só convencer o Ferrari a fazer o mesmo. Tá bem que um gajo com cabelo à betinho do norte é diferente de um gajo com cabelo à betinho daqui (mais suportável), mas é melhor dares-lhe a morada do cabeleireiro.

 

Mas deixa-me salientar uma coisa: em Lisboa são uns chulos! Lá de onde venho estou uma hora a cortar o cabelo, tenho duas gajas à minha volta se for preciso, a cabeça é lavada no início e no fim e pago… 6 Euros. Mais… ontem ao fim da tarde deixei 428 Euros na oficina pelo arranjo do carro. Estive lá a falar calmamente com o responsável e parece que os materiais têm o mesmo preço em qualquer oficina Ford e a mão de obra é só um pouquinho mais cara aqui. Resta saber se tudo o que substituem é verdadeiramente necessário… Enfim! Nunca me apetece confiar muito no que os mecânicos me dizem, vá-se lá saber porquê. Ao menos o Puma anda outra vez à solta!

 

Há dias e dias? Diria mais… Há partes de dias e partes de dias… Ontem tive uma boa manhã. Na hora de almoço tive uma das experiências mais giras, divertidas e estimulantes da minha vida (que não se pode ainda comentar). Ao fim do dia tenho esse desfalque à minha carteira e à noite vou conhecer as belas das urgências do Santa Maria (não foi devido a mim).

 

Grande dia… em cheio… grande amplitude de sentimentos!



publicado por rpOliveira às 14:28
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007
RE: Pergunta séria
Huuummm… Andrade Corvo, Bairro Alto, viagem de cacilheiro até Almada,… Acho que vou cortar um bocadinho em cada um para dar para ir aos 3 ;)


publicado por rpOliveira às 14:53
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RE: Pergunta séria
Hehehe! E quem corta? És tu, Jorge? Moras nessa habitação? Não te esqueças que tem de ser um elemento feminino. Pode ser com uma tesoura de podar mas tem de ser menina.


publicado por rpOliveira às 14:22
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Pergunta séria

E agora, ao contrário da anterior mensagem, um mail sério:

 

Onde é que eu, nesta cidade, posso cortar o cabelo?

 

Começo a ficar com uma trunfa não adequada e estou a tentar perceber onde é que vou cortá-la.

 

Tenho saudades do sítio onde cortava. Era só chegar e dizer “O Costume”. É, porventura, metade do preço. E a cabeleireira era fabulosa. E agora? Sinto-me perdido!!!


 

Mais um PS: Pergunta retórica… Não espero respostas!!!



publicado por rpOliveira às 14:16
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
Actualização de correspondência

Olá, vivam!

 

Eu já sabia que assim que viesse para Lisboa iria ser lançado aos leões e o meu trabalho tornar-se-ia mais imprevisível e instável. Também gosto disso mas está a tornar-se ridículo quando eu não estou a conseguir arranjar um tempinho para actualizar a correspondência. Vocês não merecem isso! Decidi que hoje não saía daqui sem mandar, pelo menos, um mailzito. Depois logo se vê. A escassez com que escrevo agora pode fazer com que, pelo menos, o que é dito seja melhor :).

 

Pois bem! Lembram-se de eu ter enviado aquela lista de objectivos que pretendia atingir agora que vivo nesta cidade? Dêem-me os Parabéns! Afinal não é todos os dias que se cumpre um plano (na verdade, dêem-me meios Parabéns – cumpri um e falhei outro).

 

Um dos planos era obter um poster do filme “A Clockwork Orange” e espetá-lo numa das nuas paredes do meu quarto. Já andava com uma loja debaixo de olho (através do site) há mais de um ano mas como era em Lisboa e não ia usar posters no meu quarto “verdadeiro”, fui adiando a compra, até porque pretendia visitá-la e não mandar vir pela Net. Agora que cá estou, verificou-se mesmo que a loja ( http://www.cinemascope.com.pt/Html/home.htm ) é mesmo em frente à casa do Belmiro, que é um afortunado em viver naquela zona. Cheguei na quarta a Lisboa (há quase duas semanas) mas tratei de logo na sexta-feira combinar com o Belmiro ir lá ver a loja e ver se tinha o poster que queria. Estive lá dentro 3 minutos. Assim que comecei a ver os posters de alguns filmes de culto, comecei a sentir que seria difícil levar apenas um. Tive sorte que me apareceu o que queria logo em 6.º lugar, pedi aquele, não olhei mais para trás, comprei-o e vim-me embora. Acho que nem vi bem a loja – adiei o seu conhecimento para experimentar o prazer de novas visitas. E o dito cujo já está bem coladinho na parede, vigiando os meus sonhos (agora que juntei duas camas de solteiro já posso dormir como estava habituado, rebolando sem controlo pelo estado da inconsciência) e alimentando as minhas questões.

 

Acabei por jantar com o Belmiro num café interessante onde parece que o Eça de Queirós gostava de passar os dias (como é que se chamava, Belmiro?) e como este se prolongou e as imperiais - que digo eu… e os FINOS – se sucederam, foram surgindo umas ideias e, pelo menos uma delas, quando possível, será objecto de um outro mail.

 

Acontece que a noite não podia estar completa sem sermos raptados. Algum dia poderia acabar sem ser assim? Quando caminhávamos junto à estrada para a estação de metro, um carro começa a travar fortemente, buzinando e parando perto de nós. Olhei para o Belmiro e ele para mim – é que nós não conhecemos ninguém em Lisboa. É muito pouco provável que aquilo seja amigável ou tenha alguma lógica. Aparece um magano à janela a perguntar se estava tudo bem. O Belmiro disse que não e eu, normalmente optimista e confiante na ordem no Universo, pensei: se este caramelo faz esta manobra para parar ao nosso lado (arriscando-se a levar com os gajos de trás) e eu não o conheço de lado nenhum, a resposta deve estar no condutor. Andei um pouquinho para a frente, espreitei e lá estava ele, o nosso António, com sorriso malandro. Não tivemos mais hipótese. A ordem “Pó Bairro” fez-se ouvir e nem pensamos duas vezes. A noite acabou muito mais tarde do que planeado, num belo périplo por mais alguns bares do BA (será que algum dia vou-me lembrar dos nomes deles todos?) e o poster sobreviveu, chegando a casa bem direitinho e embrulhadinho (e foi o único).

 

Quanto ao plano falhado de que falei! Pois… Tinha dito que queria experimentar a qualidade da relva e gravilha do kartódromo de Palmela. Falhei! Consegui manter-me em pista a prova toda. No final percebi porquê! Percebi através de várias fontes que aquela coisa que serve para travar e a que normalmente chamamos de travão, nos karts está lá porque dá um belo adereço - é puramente decorativo. Eu que até costumo usar o travão quando conduzo um carro normal (dá jeito) fui anjinho o suficiente para também usar o travão de vez em quando nos karts. O resultado ficou à vista na classificação final mas o pior é que falhei o meu objectivo – a condução que fiz deve ter sido segura pois, tirando um belo de um pião que me deixou virado em sentido contrário e quase me fazia levar com o Tiago de frente (aquela barriguita ia fazer mossa de certeza), mantive-me sempre em pista, desesperadamente tentando recuperar lugares.

 

Sendo assim, QUERO MAIS! Deviam ter-me avisado antes. Estou insatisfeito! Quero conduzir de forma diferente, comer muita relva, acabar em último se tiver de ser e sentir-me arrebentado – é que nem os braços me doeram. Gastar 42€ e não estourar todas as calorias que são suposto gastar-se é uma fraude. Para isso ia para um SPA fazer uma massagem. Para a próxima é que vai for ;)

 

Vou tentar dizer em que estado estão os outros projectos, sempre que possível, mas não posso prometer nada. Isto agora está a doer forte!

 

Beijinhos e abraços, a quem de direito! 



publicado por rpOliveira às 23:42
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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006
Dia no terreno

Olá!

 

Então como é que tem corrido esse dia no terreno?

 

Eu fui na segunda-feira e gostei da experiência. Sim, eu sou suspeito. Gosta da área técnica, gosto de ir ao terreno sempre que possível, gosto do contacto directo com o cliente e de ir ao bit ou ao fio de cobre, vendo o que, no final, faz realmente com que tudo funcione e como é gerido. Mesmo a visita a alguns locais recônditos e, por vezes, sombrios (como algumas centrais públicas que por aí andam disfarçadas) dá aquela visão de como tudo se processa e a dificuldade que, muitas vezes, os técnicos enfrentam no terreno.

 

Acresce algumas coisas para a minha experiência ter sido muito positiva:

 

1)       Não tive de usar nenhum colete :)

2)       O técnico que me calhou é praticamente meu vizinho pelo que ainda deu para ir almoçar a casa, o que já não fazia há muito tempo.

3)       Fizemos todo o trabalho perto da área da minha residência, o que me fez sentir em casa :)

4)       Esteve muito bom tempo.

5)       Nas duas visitas que fizemos a clientes residenciais apareceram 2 cromos daqueles que ainda me hoje faz pensar neles e sorrir. Um que indicou a avaria mas que se constatou que, mesmo com aquele envelope do ADSL em cima da secretária com o username e password atribuídos, não se lembrou de os pôr onde diz… username e password (estava a pôr a password do Windows ou coisa que o valha). Outro que abre a porta com cara de zangado, super musculado, com uma corrente metálica ao pescoço daquelas que os Pit Bull usam, que mal falava português (muitos anos radicado na Alemanha) e cheio de livros de esteróides espalhados pelo escritório. Após a resolução da avaria ficou todo contente e já estava a tentar fazer negócio com o que lida habitualmente: importação de carros de luxo da Alemanha. Com aquele ar de mafioso… está-se mesmo a ver.

6)       Aproveitei e ainda resolvi os problemas da linha ADSL de minha casa, que estava sempre a cair e que agora está com um uptime de mais de 2 dias (fantástico).

 

Um dia em cheio :)!

 

Resolveu-se 6 ou 7 avarias e penso que esta actividade foi útil para contextualizar melhor o nosso trabalho nesta empresa.

 

E as vossas experiências?

 

Bjs e abs, 


 

Ricardo Pais de Oliveira



publicado por rpOliveira às 12:59
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