Segunda-feira, 12 de Março de 2007
RE: Convite/Informativo Pasteizinhos de Belem
Eu é mais bolos!


publicado por rpOliveira às 15:50
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006
RE: Problema com o MS Word ( mas que porcaria de mail é este?)

Já estava a começar uma tese de mestrado sobre a Connichinha minha para enviar por mail mas uma vez que parece desagradar-te, Tiago, abstenho-me então de a divulgar.

 

Ricardo



publicado por rpOliveira às 15:26
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

RE: Problema com o MS Word ( mas que porcaria de mail é este?)

 

 

> Connichinha minha?

 

What a hell, Belmiro? Isto começa a ser muito suspeito!

 

 

 

Pois bem, no entanto 73,38% das estatísticas são inventadas na hora para favorecer o orador. Factual.

 

A maioria silenciosa que rege a minoria barulhenta? Ou a minoria activa que direcciona a maioria apática? Hum, ideologias e questões.

 

No entanto refiro que eu não destruo nada. Principalmente massivamente. Procuro a ordem, o nascimento da ordem sobre o caos, só do caos nasce a ordem mas caos por si só não, destruição sem objectivo não tem piada (a maior parte das vezes) espera-se isso sim o nascimento da ordem, mesmo sendo preciso destruir, provocar o caos, quebrar o status quo. Quem sabe, quem sabe. No entanto o silêncio é de ouro e deve ser ouvido com muita atenção e aproveitado pela sua preciosidade.

 

E como já dizia parte de uma música (que até nem gosto particularmente por acaso) “Misinformation is a weapon of mass destruction”

 

Coisas e cenas que acontecem ou deixam de acontecer.

 

Ósculos & Amplexos

 

Belmiro Sotto-Mayor



publicado por rpOliveira às 14:59
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 22 de Novembro de 2006
RE: oro?

I'm the Alpha and the Omega, the beginning and the end, the A and the Z, the One who is and who was and who is to come, the Almighty One.

 

Puffiness, kawaii desu, nani?

 

-> Se o Nani marca um golo hoje? Pá… não sei! Mas como não jogam o Liedson e o Djaló, é melhor que faça alguma coisa. É preciso ganhar!

 

Ósculos & Amplexos

 

Belmiro Sotto-Mayor



publicado por rpOliveira às 16:19
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Terça-feira, 31 de Outubro de 2006
RE: Porto-Benfica

Então, Gonçalo, aqui vai um tema novo:

 

As histórias com seis palavras sugeridas pelo Sérgio na sexta-feira lembraram-me outra coisa. Há algum tempo andou a circular pela blogoesfera o desafio de criar um conto mínimo. Começou num post do Francisco José Viegas no seu blog Origem das Espécies (um conto sugerido por um leitor) ao qual vários bloggers responderam com versões próprias do mesmo conto mínimo.

 

Algures no meio desta página do arquivo do blogue - http://origemdasespecies.blogspot.com/2005_11_01_origemdasespecies_archive.html - podem ver essas versões e respectivos comentários e autores (façam pesquisa por histórias mínimas e também por reprise). De qualquer forma, compilei-as cronologicamente para as colocar aqui.

 

Sei que o tema, para além de velho, fascinante e intemporal é também polémico, o que é mais uma razão para vos desafiar a criarem a vossa própria versão do mesmo, comentar uma que aí esteja, adaptar, o que bem entendam.

 

Aqui ficam:

 

17 Outubro, 2005

 

||| Histórias mínimas.

Chegou-me por mail um conto mínimo, quase no estilo de Dalton Trevisan:

 

    «O mais curto conto de fadas do mundo.

    Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Não.

    E o rapaz viveu feliz para sempre, caçou, foi à pesca, teve sempre tempo para ver os jogos na Sport TV, bebeu a cerveja que aguentou, e voltou para casa sempre à hora que lhe apeteceu. Fim.»

 

>>>> Texto de Francisco J. V. | Publicado em 10/17/2005

 

Curiosamente, a Rita enviou-me, por mail, uma outra versão. Aí está.

 

    «O mais curto conto de fadas do mundo.

    Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Não.

    E a rapariga viveu feliz para sempre, pegada ao vibrador, sem marcar a hora para a depilação, e sem ter de aturar a sogra, a bola, os ciúmes, os jantares com os colegas do gajo, os boxers espalhados pelo quarto, os pêlos na banheira. Fim.»

 

>>>> Texto de Francisco J. V. | Publicado em 10/18/2005 | 12 comentários

 

||| Conto mínimo, continuação.

A Sandra Feliciano enviou outra versão do conto mínimo:

 

«O mais curto conto de fadas do mundo.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

– Queres casar comigo?

Ela respondeu:

– Não.

E ambos viveram felizes para sempre, cada um no seu espaço próprio e com direito à sua individualidade, sem necessidade de grandes concessões, encontrando-se de vez em quando para umas valentes quecas, umas boas conversas e tudo o mais que lhes apetecesse, sem quaisquer sentimentos de posse e por isso mesmo sempre tudo vivido intensa e apaixonadamente, como se cada vez fosse a última. Fim.»

 

||| Conto mínimo, outra versão.

 

O Rui alterou a designação mas manteve o espírito minimalista até às últimas consequências:

 

«A mais curta tragédia do mundo.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

– Queres casar comigo?

Ela riu. Fim.»

 

 

 

||| Conto mínimo.

O José Flávio tem outra versão:

 

    «O curto conto de fadas no mundo.

    Era uma vez um homem que perguntou a uma mulher:

    - Quero casar aquela?

    Ela respondeu:

    - Aquela? Não. É magra. Aquela outra é melhor.

    Ele respondeu:

    - Tá bem.

    Ela disse:

    - He!, anda casar meu marido.

    Daí estes, e ainda mais outras, viveram. Ele de ela em ela enquanto

    sim. Depois não. Fim»

 

>>>> Texto de Francisco J. V. | Publicado em 10/19/2005

 

 

 

||| Texto mínimo / A mais curta tragédia do mundo

O Francisco Curate continuou a saga do texto mínimo:

 

 

    «Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Sim.

    E no dia do casamento ele surpreendeu-a, entre flores esconsas e mesas derrubadas, a pinar com o seu melhor amigo. FIM.»

 

© FJV || 11/07/2005

 

História 7 (as versões Bombyx Mori)

 

 

«As mais velhas histórias (sem história) do mundo.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

– Queres casar comigo?

Ela respondeu:

– Sim.

– Estás sem sorte nenhuma. Já sou casado. Fim.

 

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

– Queres casar comigo?

Ela respondeu:

– Sim.

Ele limitou-se a encolher os ombros. Fim.

 

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

– Queres casar comigo?

Ela respondeu:

– Sim.

Ele pediu-lhe desculpa e foi à vida. Fim.»

 

© FJV

 

||| Reprise: História 8 (a versão Contra-Indicado)

 

«O mais curto conto de fadas do mundo.

Era uma vez um rapaz que não perguntou nada a uma rapariga.

E viveram felizes para sempre. Fim.»

 

 

 

||| Mais histórias mínimas.

Chegaram muitas, entretanto. E foram publicadas outras.

 

Por exemplo, a versão B-Site:

 

    «Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – É sempre a mesma história. Fim.»

 

A versão muito chat & msn, proposta pela Housewife:

 

    «Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Donde teclas? Fim.»

 

A versão de perseguição do Mi-Nhou /Sexlibris:

 

    «Era uma vez um homem que perguntou a uma mulher:

    – Queres casar comigo?

    Ela não sorriu. Tinha um vestido muito curto. Ainda assim, ele foi atrás, claro.»

 

 

 

A versão clássica do Álvaro:

 

    «Era uma vez um homem que perguntou a uma mulher:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Já resolveste o problema com a tua mulher?

    – Não. Mas já convenci o teu marido a acabar com ela.»

 

 

A versão moderna da Sofia Bragança Buchholz:

 

    «O mais curto conto de fodas do mundo.

    Era uma vez um Lobo Mau que encontrou um Capuchinho Vermelho num chat. Perguntou-lhe se a podia comer, ela aceitou. Depois cada um foi à sua vida e viveram felizes para sempre. Fim.»

 

 

 

E a versão choque tecnológico do Manuel, do A Grande Loja do Queijo Limiano:

 

    «Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:

    – Queres casar comigo?

    Ela respondeu:

    – Não. Já tenho computador e ligação à internet. Fim.»

 

© FJV || 11/12/2005

 

 

 

||| Contos mínimos. Uma versão de fada galdéria.

Vem no Hotel Sossego (aliás The story of six people trying to make sense of why their dogs have gone wild), uma versão mais dos contos mínimos:

 

    Conto sobre uma fada de nariz arrebitado

    «Era uma vez um rapaz que perguntou a uma fada galdéria:

    - Sabes porque é que eu não quero casar contigo?

    - Sei, porque sou uma galdéria.

    - Não, porque és demasiado velha para ser uma galdéria comme il faut.

    - Mas quem te disse que eu quero casar com um francês? Sei lá se és de terceira geração...»

 

© FJV || 11/21/2005

 

 

Atentamente,

Ricardo Pais de Oliveira 



publicado por rpOliveira às 17:27
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006
RE: Very Short Stories

Viva!

 

Como esta ideia das histórias com seis palavras me ficou na cabeça (não conhecia essa obra do Hemingway :)), aqui vai outra. Não é minha mas expressa, para mim, toda a história da Humanidade, todo o nosso percurso, de onde vimos e para onde vamos, qual é a nossa condição, porque é que estamos aqui, o dilema de existir, … E em seis palavras.

 

Open the pod bay doors, Hall.

 

Atentamente,

Ricardo Pais de Oliveira


tags:

publicado por rpOliveira às 16:43
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Very Short Stories
Sérgio:

E agora para algo completamente diferente :)

A Wired Magazine, na sua edição de Novembro, incluiu um artigo com uma premissa interessante. Como eles próprios dizem, o Hemingway um dia escreveu uma história com apenas seis palavras ("For sale: baby shoes, never worn.") e chamou-lhe o seu melhor trabalho de sempre. Tendo em conta isto, os editores da revista entraram em contacto com uma miríade de autores bem conhecidos e propuseram-lhe exactamente esse desafio: A melhor história que conseguiam escrever em apenas seis palavras. O resultado pode ser lido aqui. É uma ideia engraçada com resultados interessantes (alguns mesmo cómicos).

E aqui pela “traineezada”? Temos alguns talentos literários escondidos que se propõem a demonstrar a sua mestria das palavras? ;)

Beijinhos e abraços.

 

Sérgio B.


Ricardo:

Humm! Muito interessante. Aqui vai a minha contribuição:

 

Na porta do celeiro. Eu vivo!

 

 

Bjs e abs,

 

Ricardo Pais de Oliveira



publicado por rpOliveira às 13:51
link do post | comentar | adicionar aos favoritos


.Ricardo Pais de Oliveira
.pesquisar neste blog
 
.Agosto 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


.últimos mails

. RE: Convite/Informativo P...

. RE: Problema com o MS Wor...

. RE: Problema com o MS Wor...

. RE: oro?

. RE: Porto-Benfica

. RE: Very Short Stories

. Very Short Stories

.arquivos de mails

. Agosto 2008

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

.tags

. todas as tags

blogs SAPO
.subscrever feeds